lunedì 21 ottobre 2019

EDUCATION AND TRAINING MONITOR - EDUCATION ET FORMATION


What is the Education and Training Monitor?

For the eighth consecutive year, the 2019 Education and Training Monitor gathers a wide range of evidence to indicate the evolution of national education and training systems across the European Union (EU).
The report measures countries’ progress towards the targets of the Education and Training 2020 (ET 2020) strategic framework for European cooperation in these fields. It also provides insights into measures taken to address education-related issues as part of the European Semester process.
The Monitor offers suggestions for policy reforms that can make national education and training systems more responsive to societal and labour market needs.
Furthermore, the report helps to identify where EU funding for education, training and skills should be targeted through the EU's next long-term budget, the Multiannual Financial Framework (MFF).
The Monitor comprises a cross-country comparison and 28 in-depth country reports.

 

The 2019 edition -

Commissioner Tibor Navracsics presented the 2019 Education and Training Monitor at the second European Education Summit on 26 September 2019.
Teachers are the main focus of the latest edition. Teachers are considered as the factor having the strongest impact on students’ learning within the school environment.
Using new data, the Monitor demonstrates the common challenges that EU Member States face to attract and maintain the best teaching professionals. This challenge is expected to become all the more prominent during the next decade, during which a wave of retirements of experienced teachers is expected.
This year’s edition of the Education and Training Monitor marks ten years since the launch of the strategic framework for European cooperation in education and training – ET 2020. European countries have made great progress towards expanding participation in education since the establishment of EU benchmarks in 2009 as part of this process.
However, approximately 20% of 15 year old pupils across Europe still remain at risk of educational poverty, as they do not possess basic competences in literacy and mathematics or sufficient knowledge of science subjects. Additional priority areas for monitoring include: language skills and adult learning, teachers, investment in education and training, ICT education, entrepreneurship in education, and vocational education and training (VET).
Please find below the publications (EU Member State and country reports, factsheets, infographics, leaflet on EU benchmarks and customisable datasets, maps and charts) related to the 2019 Monitor, available in English and their respective national languages.

Download documents

EU report

mercoledì 16 ottobre 2019

mercoledì 9 ottobre 2019

COUNCIL 2019 - INSTRUMENTUM LABORIS

REFLEXION SUR LE THEME DU CONSEIL
To reflect on the Council theme
PARA REFLEXIONAR SOBRE EL TEMA DEL CONSEJO
Om te reflecteren over het thema van de Raad
DE REFLECTAT PE TEMA CONSILIULUI
Über das Thema des Rates nachzudenken
PER RIFLETTERE SUL TEMA DEL CONSIGLIO



giovedì 3 ottobre 2019

5 oct - WORLD TEACHERS' DAY - JOURNEE MONDIALE DES ENSEIGNANT(E)S




 




Comment attirer les jeunes
dans la profession enseignante ?


 How to attract young people to the profession?

UNESCO - L'AVENIR DE L'EDUCATION - THE FUTURE OF EDUCATION

 Le 25 septembre à 19h l’UNESCO a organisé une projection en live dans la Salle XI du siège parisien, concernant l’événement du lancement officiel de sa nouvelle initiative phare : « l’Avenir de l’Education ». 
40 Délégations Permanentes auprès de l’UNESCO et la Mission d’Observation permanente du Saint-Siège auprès de l’UNESCO ont assisté au lancement projeté en live.










sabato 28 settembre 2019

SOBRE O SINODO PARA A AMAZONIA

 Arquidiocese de São Paulo

No dia 20 de setembro foi publicada a lista dos participantes da assembleia especial do Sínodo dos Bispos para a Amazônia. Além de todos os bispos diocesanos e auxiliares da área pan-amazônica, que envolve nove países, também outros bispos da América e de outras partes do mundo foram incluídos, além de peritos e “convidados fraternos” de outras Igrejas cristãs não católicas, que atuam na Amazônia. Ao todo, serão mais de 180 os membros dessa assembleia sinodal, que será aberta pelo Papa Francisco no próximo dia 6 de outubro, no Vaticano, e se estenderá até o dia 27 de outubro.
Trata-se de uma assembleia “especial” do Sínodo dos Bispos, e isso significa que seu tema diz respeito a uma questão local ou a um ambiente geográfico e eclesial restrito, não universal, da atuação da Igreja. No caso, trata-se da Amazônia. Não é a primeira assembleia especial do Sínodo dos Bispos. Na preparação do grande Jubileu do início do terceiro milênio cristão, foram feitas diversas assembleias continentais, que também foram especiais. Para o Oriente Médio, foram realizadas até duas assembleias especiais.
Não deveria causar estranheza, portanto, que o Papa Francisco tenha convocado uma assembleia especial do Sínodo dos Bispos para tratar da vida e da missão da Igreja na grande Amazônia. Como, pois, explicar tanta polêmica sobre o Sínodo para a Amazônia? Várias explicações são possíveis. O primeiro motivo refere-se à natureza dessa assembleia eclesial. Alguns entendem que se trata de uma reunião com objetivos políticos ou geopolíticos, talvez até para desestabilizar a soberania dos países da área amazônica sobre seus respectivos territórios. Isso, no entanto, é uma grande fantasia e inverdade. Se alguém tiver esse tipo de projeto, não é certamente o Papa Francisco, nem a Igreja Católica. Fiquemos bem tranquilos a esse respeito.
Outros talvez pensam que a assembleia do Sínodo seja uma espécie de reunião decisória sobre uma série de questões religiosas e não religiosas. Aqui é preciso esclarecer logo que não se trata disso. As assembleias do Sínodo dos Bispos são sempre consultivas e não têm poder de tomar decisões. O Papa convoca uma assembleia do Sínodo para ouvir e consultar sobre um determinado assunto ligado à vida e à missão da Igreja. No final do processo de consulta e reflexão, a assembleia entrega ao Papa o fruto dessa reflexão na forma de “propostas”. O Papa, depois, diz a sua palavra de autoridade sobre o tema por intermédio de um documento conhecido como Exortação Apostólica pós-sinodal, ou por meio de outro tipo de documento.
Ainda outros estão espalhando, até no seio da comunidade católica, suspeitas e falsidades sobre esse Sínodo. É uma pena que isso aconteça e seria bom informar-se bem, antes de emitir julgamentos descabidos. Há mesmo quem diga que Sínodo vai abolir o celibato sacerdotal, autorizar a ordenação de mulheres para o ministério sacerdotal ou transformar a terra, a natureza e a floresta em uma espécie de “divindade”, desviando a reta fé católica e apostólica. Também há quem já grita pelas mídias de que se trata de um “sínodo herético” ou “maldito”! Ora essa! Vamos com muita calma e não demos logo ouvidos a esses profetas apocalípticos, espalhadores de teorias da conspiração e promotores de pânico no seio da Igreja! Afinal, com qual autoridade e responsabilidade estão a falar isso? A quem queremos dar crédito na Igreja? Não nos deixemos atrair logo por sibilas de língua afiada e por pregações de “cavaleiros solitários”, sem comunhão com a Igreja, que se propõem como salvadores da Igreja! Fiquemos com os bispos que, em comunhão com o Papa Francisco, têm o dever de zelar pela vida e a missão da Igreja.
Convido a rezar pelo bom êxito do Sínodo para a grande Amazônia e a acompanhar as reflexões eclesiais que serão feitas, em vista de um discernimento sereno sobre a vida e a missão da Igreja naquela grande e importante Região da América do Sul. A reflexão diz respeito: a) à presença e ao desempenho ainda insuficiente da própria Igreja na Amazônia; b) ao homem amazônico, indígena, mestiço, ribeirinho e urbano e sua situação naquela Região; c) ao ambiente (“casa comum”) da Amazônia, ameaçado por diversos fatores e agentes, e em relação ao qual a Igreja também tem a missão de anunciar a Boa Nova da salvação.
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo Metropolitano de São Paulo
 
 
 

mercoledì 25 settembre 2019

FRANCE. LE BIEN-ETRE SCOLAIRE: UNE VISEE PARTAGEE


Les psychologues de l’enseignement catholique, réunis à Lyon (69) pour leur session annuelle, du 18 au 20 septembre 2019, ont suivi une formation certifiante sur la souffrance scolaire pour étoffer le panel d’outils à leur disposition.
Penser autrement les situations de souffrance scolaire. 
C’est la proposition faite par l’Association nationale des psychologues de l’enseignement catholique (Anpec), lors de sa session de formation annuelle qui s’est tenue à Lyon (69) du 18 au 20 septembre 2019. Dans un format resserré – trois jours au lieu de quatre –, l’Anpec a privilégié une formation certifiante en prise directe avec les interventions de terrain où une seule intervenante conduit les travaux et délivre une attestation à leur issue. Marie Quartier, psychopraticienne spécialiste du harcèlement scolaire a animé la session, en proposant une approche systémique inspirée de l’école de Palo Alto qui alternait apports théoriques et analyses d’entretiens filmés. Les participants ont pu ainsi explorer différents moyens d’agir sur l’environnement global (familial et scolaire) de jeunes reçus en entretiens individuels.
Parmi les stratégies évoquées, la manière de « faire alliance » avec des élèves porteurs de symptômes (décrocheurs, phobiques…), adressés par leurs enseignants ou leurs parents, sans qu’ils ne soient eux-mêmes en demande d’aide ou de changement. « La souffrance scolaire nécessite la reconnaissance d’une part de violence institutionnelle. Cela impose au thérapeute, comme aux enseignants, d’oser aller au-delà de la bienveillance », a insisté la formatrice. Des propos qui ont invité l’assistance à réfléchir à la juste distance au patient, dans le cadre d’un travail nécessairement partenarial.
Pour Marie-Agnès Brethé, présidente de l’Anpec, « il s’agit de prendre du recul et d’étoffer notre boîte à outils pour nous adapter à la diversité des contextes. Nous sommes de plus en plus sollicités sur des questions de bien-être et de mal-être à l’école, pour les élèves comme pour les équipes ».
Les membres de l’Anpec poursuivront leur réflexion, le 20 novembre prochain à Paris, lors d’un colloque qui interrogera leur rôle auprès des élèves, à la fois dans leur construction et l’élaboration du lien à l’autre.



lunedì 23 settembre 2019

CAMEROUN - SEMAINE PAIX FRATERNELLE

Nos activités en faveur du JIP 2019, ont commencé de puis le 18 sept.
-18 sept : plantation des arbres dans les écoles, ( arbres symbole de la paix et protection de l'environnement)
- 19 au 20 sept.: Atelier de Formation des volontaires de la paix.
Et aujourd'hui, le 21 sept., Nous clôturons par le remise des attestations, remise des attestations de participation aux Volontaires de la paix 2019, lecture du discours du SG des Nations Unies à cette occasion JIP 2019, et en fin, la prière pour paix par l aumônier des jeunes de l archidiocèse de Douala.
Lieu : Paroisse, St Paul de nylon , après terminus st Michel.
Nous en profiterons pour parler de la caravane pour la paix .
Merci d être avec NOUS.
LA PAIX EST LE MOTEUR DE L HISTOIRE.